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Planetas nas Casas - A Lua


Lua nas casas astrológicas

Um sábio atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntava:


- Diga-me uma coisa: você sabe botânica?


O barqueiro olhava para o sábio e respondia:


- Não minto, não senhor; não sei que história é essa...


- Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Mas que pena! Você perdeu uma parte de sua vida!


O barqueiro continuou remando. Depois de um pouco, perguntou novamente o sábio:


- Diga-me uma coisa: você sabe algo sobre astronomia?


O coitado do caiçara coçou a cabeça, olhou de um lado, olhou de outro, e disse:


- Não, não, senhor; não sei o que é astronomia.


- Astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas. Que pena! Você perdeu parte de sua vida!


E assim foi perguntando um pouco de cada ciência; se o barqueiro sabia sociologia, física, química, mas "de nada" o barqueiro sabia.


E o sábio sempre terminava com o um jargão: "Que pena! Você perdeu parte de sua vida!"


De repente o barco bateu de encontro a uma pedra, rompeu-se, e a embarcação começou a afundar.


O barqueiro perguntou ao sábio:


- O senhor sabe nadar?


- Não, não sei...


- Que pena, o senhor vai perder uma vida inteira!".

(Trecho do livro: Hei de Vencer, de Arthur Riedel)

Como vocês perceberam iniciei o post sobre a Lua nas Casas com esta intrigante história do barqueiro. Conheci esse texto há alguns anos atrás na época da faculdade. Pensei que poderia ser uma boa fonte de analogia com algum tema astrológico, e cá estou desenvolvendo. O conheci numa aula de Didática do Ensino Superior. No final da folha, junto com o texto, havia também uma frase do Pedagogo Paulo Freire na qual fazia o link com a reflexão da aula do dia. A frase era a seguinte:




Não há saber mais ou saber menos:

há saberes diferentes"




Caro leitor, agora trazendo esta informação para o nosso assunto principal, a Astrologia, mais especificamente a Lua nas Casas, troque por favor a palavra "saber" por "sentir".



Fica algo mais ou menos assim:



"Não há sentir mais ou sentir menos:

O que existe são diversas maneiras de 'sentir ' diferentes..."



A relação da história do barqueiro com a frase de Paulo Freire pode ser compreendida de várias maneiras, como por exemplo, o tempo que cada pessoa empreende sua energia exercendo sua verdadeira vontade, em sua essência, buscando fazer e ser aquilo que de fato se é.



O barqueiro estava realizando o seu dharma. Auxiliava as pessoas a passar de um lado para o outro do rio e, para tanto, tinha o conhecimento necessário. Por outro lado, o sábio da história, que apesar de conhecer sobre diversas áreas, não sabia nadar... Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida.



Autoconhecimento é sabedoria.

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